
(...) Ela sabia que precisava dele. Pelo menos naquele 'fim de tarde' e sem grandes esperanças. Mas tinha medo da compulsão. De querer ele sempre e sempre e pra sempre. E amanhã e depois. E de dia, e tarde, de madrugada. E não saber digerir tanto amor e tanto amor acabar lhe fazendo mal. Só mais um pouquinho, pensou. Uma lasquinha. Pra dormir feliz. Amanhã era amanhã.
Depois ela resolvia... (...)
segunda-feira, 5 de julho de 2010
(17)
Postado por Loh_rayne às 13:11
Assinar:
Postar comentários (Atom)
0 comentários:
Postar um comentário